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Oi Rebeca: A sexualidade da mulher madura no século XXI

O ano é 2021, século XXI. O lugar... Bem o lugar tanto faz. Aqui no Brasil, como em qualquer lugar do mundo o preconceito e ideia que as pessoas têm de mulheres maduras é totalmente inconcebível. Mas é revigorante poder ver que algumas pessoas têm tomado caminhos sem volta para humanidade, e digo "humanidade" em seu sentido mais primitivo, o de ser humano, de se importortar e se deixar ser tocado pelo e tocar o outro. Por isso hoje vamos falar da Rebeca. Diga "oi" para a Rebeca:

Salve libinaltas! Vou começar lançando a primeira "preda". Quem aí participou do lançamento da promoção "TIM Beta"?? (comenta aí, né?) Pois... Lembra do App "Bloqueia Véio", aquele que você tinha que colocar os fones (de preferência) e sinalizar uma sequência sonora que começava bem fácil e por fim terminava com uma frequência específica que pessoas acima ou em torno dos 50, 60 anos não podiam ouvir, e assim a promoção era exclusiva para os jovens. O cara que inventou essa MERDA é um gênio, né? Poderia até ter feito algo de bom também. No final a campanha foi extinta (deve ter rolado um processo ou iniciativa consciente que parou este jeito criativo de excluir os idosos dos benefícios da operadora).


O fato é que as pessoas adoram exaltar a juventude sobre a sabedoria e experiência, e quando falamos em sexualidade não é diferente em nada. É como folego e tesão fosse coisa de novinhos. Começando pelos pais, passando pelos tios... Até principalmente os avós não pudessem ter uma vida sexual ativa ou pior ainda, nem pudessem abrigar o desejo por uma. Bem... Aí veio a Rebeca, né?


A MILF (me permitam, porque essa mulher é muito admirável e desejável) interpretada pela atriz Andréa Beltrão, que em entrevista disse que em sua realidade sofre todos os dilemas de sua personagem, é uma mulher na casa dos 50 com alma de trinta... Não, né gente? Com alma de 50tona mesmo, porque a diferença de uma mulher de 50 para uma de 30 é a experiência, e isso, você sabe quem tem mais.


A Rebeca vem quebrando publicamente tabus e preconceitos que nem deveriam existir em nossa sociedade. Paixão avassaladora por um homem bem mais jovem que ela, desejo sexual e autoconhecimento intímo fazem parte de sua trajetória na trama. E quem disse que maduros são para maduros e jovens para jovens? Quem estipulou a validade da libido? Quem predefiniu o comportamento adequado para cada faixa etária (não estou falando infantilidade e maturidade)?


Em minha concepção, vejo que a Rebeca se relaciona com pessoas contemporâneas a sua consciência. Na sua "juventude" as pessoas não se relacionavam como ela hoje se relaciona e como os jovens de hoje já se relacionam (sem preconceito, sem tabus, sem limitações sem sentido).


Não vou entrar nas abordagens da novela sobre o Meio Liberal, pelo menos não neste momento. Quero apenas trazer esta reflexão e parabenizar a Lícia Manzo, autora da trama pela importante abordagem. Vai dizer que você não tem uma ou mais maduras que te deixam louco só de pensar? Ou quem sabe você é uma dessas mulheres. Seja qual for a situação, viva, aventure-se, experimente. Seja feliz, seja você. Se relacione e ame quem quiser. Todos esperamos do mundo, mais Rebecas.


Beijos nossos 😘

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