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5 títulos não monogâmicos que para você assistir e onde encontrá-los.

Salve libinautas! Eu sei que vocês gostam de assistir a títulos não monogâmicos e liberais por aí, inclusive nos pedem muito para fazer indicações sobre o assunto. Se você é realmente uma dessas pessoas e está procurando por isso, este post é pra você.


Hoje vou deixar aqui pra você, seis títulos não monogâmicos que vão, cada um a sua forma, ajudar a conhecer este estilo de vida. Para ir até os títulos, basta clicar em cada um. Então sem mais demoras, vamos lá?


"Easy" é uma série antológica disponível na Netflix que aborda diversos aspectos dos relacionamentos contemporâneos, incluindo a não monogamia. A série apresenta diferentes histórias em cada episódio, com personagens e tramas independentes, permitindo uma visão abrangente das experiências relacionadas à não monogamia.


A abordagem de "Easy" em relação à não monogamia é realista e aberta, retratando uma variedade de dinâmicas e configurações relacionais. A série explora relacionamentos abertos e poliamorosos, oferecendo um olhar cuidadoso sobre os desafios, as alegrias e as complexidades dessas dinâmicas não tradicionais.


Ao mostrar a não monogamia, "Easy" destaca a importância da comunicação aberta e do consentimento em relacionamentos múltiplos. A série aborda temas como ciúme, insegurança, intimidade e a necessidade de estabelecer acordos claros entre os parceiros. Ela oferece uma visão crítica e reflexiva sobre as diferentes perspectivas e experiências relacionadas à não monogamia, permitindo uma compreensão mais profunda da diversidade de arranjos relacionais possíveis.


Por meio de narrativas autênticas e personagens bem desenvolvidos, "Easy" nos convida a refletir sobre os limites e as normas que definem os relacionamentos, desafiando as noções convencionais de monogamia. A série não busca impor um julgamento moral, mas sim explorar as complexidades e as possibilidades dos relacionamentos não monogâmicos, incentivando uma discussão aberta e inclusiva sobre a diversidade de caminhos afetivos e sexuais que as pessoas podem seguir.


"Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas" é um filme biográfico que conta a história do psicólogo William Moulton Marston, criador da icônica personagem da Mulher-Maravilha, e de sua esposa Elizabeth. O filme retrata a dinâmica não monogâmica entre o casal e sua relação com Olive Byrne, uma estudante universitária que se torna amante de ambos.


O filme aborda a não monogamia de maneira positiva e destaca a profundidade dos laços afetivos que se desenvolvem entre os três personagens principais. Ele mostra como William, Elizabeth e Olive constroem um relacionamento baseado em amor, respeito e consentimento mútuo, apesar dos desafios e da rejeição social que enfrentam.


Ao longo do filme, é explorada a maneira como o envolvimento poliamoroso do trio influencia a criação da personagem da Mulher-Maravilha. O filme sugere que a inspiração para a heroína veio da força e da liberdade que William e Elizabeth encontraram em seu relacionamento não convencional.


"Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas" oferece uma visão positiva da não monogamia, retratando-a como uma expressão válida e saudável do amor e da intimidade entre adultos consensuais. O filme também aborda temas como a repressão social, a liberdade sexual e o empoderamento feminino, mostrando como esses elementos se entrelaçam com a não monogamia na vida dos personagens.


Em suma, o filme "Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas" apresenta a não monogamia como uma alternativa amorosa e afetiva, explorando a capacidade dos relacionamentos não convencionais de desafiar as normas sociais e proporcionar uma experiência enriquecedora e gratificante para os envolvidos.


A série "Eu, Tu e Ela" (título original "You Me Her") é uma comédia romântica que aborda a não monogamia de forma criativa e divertida. A trama gira em torno de um casal, Jack e Emma, que decidem contratar uma acompanhante chamada Izzy, na tentativa de apimentar sua vida sexual e trazer um novo fôlego ao seu casamento monótono.


O que inicialmente deveria ser apenas uma aventura sexual acaba se transformando em algo mais profundo quando Jack, Emma e Izzy desenvolvem sentimentos românticos uns pelos outros. Ao longo das temporadas, a série explora as complexidades e os desafios emocionais dessa dinâmica não convencional de relacionamento.


"Eu, Tu e Ela" aborda a não monogamia de uma forma mais lighthearted, utilizando elementos de humor para abordar questões relacionadas ao ciúme, à insegurança e ao medo de compromisso. A série explora as dificuldades enfrentadas pelos personagens em encontrar um equilíbrio entre seus desejos individuais e as expectativas da sociedade.


Ao apresentar essa história poliamorosa, "Eu, Tu e Ela" desafia os estereótipos e as normas tradicionais dos relacionamentos românticos, mostrando que a não monogamia pode ser uma escolha válida e saudável para algumas pessoas. A série oferece uma visão mais descontraída da não monogamia, mostrando como ela pode trazer tanto alegrias quanto desafios para os personagens, além de explorar temas como comunicação, honestidade e a importância de definir limites claros.


"Eu, Tu e Ela" contribui para a conversa sobre relacionamentos não monogâmicos, demonstrando que o amor e a conexão podem se manifestar de maneiras diversas e que é possível construir relacionamentos felizes e satisfatórios fora das normas tradicionais da monogamia.


"O Estranho que Nós Amamos" é um filme dirigido por Sofia Coppola, lançado em 2017, que se passa durante a Guerra Civil Americana. O enredo se desenrola em uma escola feminina isolada, onde um soldado ferido é acolhido pelas mulheres que ali residem. Conforme a história se desenvolve, dinâmicas complexas de atração, poder e rivalidade emergem.


Embora o filme não se concentre explicitamente na não monogamia como tema principal, ele oferece insights sobre os limites da monogamia tradicional e a maneira como a não conformidade com os padrões sociais da época pode gerar tensões e conflitos. O relacionamento entre o soldado e as mulheres da escola desafia as noções convencionais de exclusividade e monogamia, explorando as complexidades do desejo humano e as ramificações emocionais envolvidas.


Ao abordar a não monogamia de forma indireta, "O Estranho que Nós Amamos" apresenta uma visão mais sutil sobre as nuances da sexualidade e do amor em um contexto repressivo. O filme questiona as normas sociais impostas e revela como as relações não convencionais podem desafiar os limites estabelecidos. Por meio da exploração das tensões e desejos presentes no enredo, o filme oferece uma reflexão sobre as complexidades e os tabus associados à não monogamia, convidando o espectador a considerar diferentes formas de relacionamento além da monogamia tradicional.


"Wanderlust" é uma série de televisão, disponível na Globo Play, que aborda a não monogamia de maneira interessante e reflexiva. A história gira em torno de Joy Richards, interpretada por Toni Collette, uma terapeuta sexual casada que, em conjunto com seu marido, decide explorar relacionamentos sexuais com outras pessoas para reavivar a paixão em seu casamento.


A série retrata a não monogamia como uma busca por satisfação emocional e sexual, explorando as motivações e os desafios que surgem ao desafiar as normas tradicionais dos relacionamentos monogâmicos. "Wanderlust" examina a dinâmica complexa entre o desejo pessoal, as necessidades emocionais e os limites estabelecidos pelos personagens.


O foco principal da série é a jornada de Joy, que enfrenta uma série de questionamentos e descobertas enquanto explora sua sexualidade e busca uma maior conexão emocional com outras pessoas. Ela confronta o ciúme, a insegurança e as pressões sociais ao redor da não monogamia, ao mesmo tempo em que tenta conciliar suas emoções com os desejos de seu parceiro.


"Wanderlust" oferece uma abordagem realista e multifacetada da não monogamia, mostrando que essas dinâmicas podem variar de acordo com as necessidades individuais de cada pessoa e casal. A série apresenta uma visão complexa da sexualidade humana e da importância de uma comunicação aberta e honesta nos relacionamentos, ao mesmo tempo em que destaca as lutas e os prazeres que podem acompanhar a exploração da não monogamia.


No geral, "Wanderlust" enxerga a não monogamia como uma possibilidade válida para explorar a diversidade das relações e como uma forma de buscar maior intimidade, satisfação e autenticidade. A série desafia os estigmas e tabus em torno da não monogamia, oferecendo uma narrativa envolvente que incentiva a reflexão sobre a complexidade dos relacionamentos e a importância de encontrar um equilíbrio pessoal entre a segurança e a liberdade emocional.


E aí? Por onde vai começar? Qual título mais chamou a sua atenção? Se gostou do post, deixa o like e compartilha com seus amigos.

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